A felicidade é grande pela continuidade desse projeto. Nessa segunda temporada serão 26 artistas inéditos. Você poderá acompanhar pelo Blog do programa e pelo Twitter. Quem sabe não pinta alguma surpresa por ai. Estamos passando o som e acertando a fotografia. Dentro de alguns instantes começamos. Aproveite para conhecer quem está do outro lado das lentes.
O que é ser cristão? Muitos dos que não o são pensam que acreditamos ser melhores do que eles. Acredito que alguns dentre nós se comportam mesmo como se fossem melhores; na verdade, há cristãos que pensam que são "os melhores". Ser cristão, pra mim, é privilégio por Santa Inspiração, que nos faz compreender o quão desprovidos somos - e por isso precisamos de Deus. Você, que foi arrebanhado ao aprisco, deve estar pensando: Mas... não há nada de novo nisso! Pois bem, participar do Plataforma, pra mim, foi como receber uma nova oportunidade de lembrar aos "achados" quem somos; e de dizer aos perdidos que há uma Pessoa que nos ama - a todos - incondicionalmente.
A experiência da foto quando registra a minha imagem sob o olhar de outro, amplia a percepção que tenho de mim mesmo, limitada até então, ao enquadramento que faço no espelho.
O Plataforma vai além da arte do registro e, bota arte nisso!!! Ele reúne artistas que entendem que seus dons e arte são presentes recebidos do Deus Eterno e, portanto, devem ser comungados e usados para honra e glória do nome de Jesus Cristo.
CARTA DO SOM DO CÉU - MANIFESTO DE ARTISTAS CRISTÃOS
Introdução Nós, músicos, artistas e líderes eclesiásticos, cristãos, vindos das variadas regiões brasileiras, estivemos reunidos entre os dias 6 a 12 de abril de 2009, no Acampamento da Mocidade Para Cristo do Brasil, dias de comemoração dos 25 anos do Som do Céu, para discutir dois temas principais: “A música e os músicos na igreja” e “A igreja como promotora de cultura”.
Agradecemos a Deus pelos dias de comunhão fraterna entre nós e pelo privilégio de ouvi-lo entre as vozes pastorais e proféticas que ecoaram em nosso meio. Reconhecemos que a música cristã tem ocupado um espaço significativo em nossos dias, tanto na igreja como na sociedade em geral. No entanto, observamos que nem sempre essa participação tem sido consistente e coerente com a Palavra de Deus – nosso referencial maior – nem rendido glórias ao Senhor da Igreja. Desejamos, portanto, apresentar à Igreja brasileira a “Carta do Som do Céu”, sintetizada em 25 pontos, que resume nossas inquietações e propõe ações práticas à Igreja de Cristo Jesus, nesse princípio de século XXI:
1. O artista cristão deve desenvolver o seu dom criativo e submetê-lo exclusivamente aos valores da Palavra de Deus;
2. Cremos que a arte, na perspectiva da graça comum, é um presente dos céus a toda humanidade e não está restrita aos cristãos;
3. Desejamos que haja coerência entre a vida, o ministério e a profissão do artista cristão, cujo discurso deve estar aliado à sua prática;
4. Esperamos que o artista cristão busque servir a Deus e à sociedade com excelência e integridade, dedicando-se ao desenvolvimento dos talentos e dos dons recebidos do alto;
5. A igreja precisa estar atenta ao artista cristão como parte do rebanho de Deus e dar a ele a atenção devida, despida de preconceitos, e oferecer-lhe pastoreio e discipulado, objetivando a sua formação espiritual e ética;
6. Esperamos que o artista cristão esteja envolvido em uma igreja local, servindo-a e amando-a como Corpo de Cristo. Deve ser rejeitada toda e qualquer tentativa de desenvolvimento de uma fé individualista e distante da comunidade;
7. Reafirmamos que a elaboração de textos e letras deve ter embasamento nos valores da Palavra de Deus;
8. Comprometemo-nos a dedicar atenção e reflexão às canções que são introduzidas no culto de adoração e nas demais atividades da igreja, buscando um repertório equilibrado e consciente e evitando, de todas as formas, que heresias e desvios teológicos adentrem sutilmente em nossas comunidades;
9. As igrejas, as instituições de ensino teológico e os artistas cristãos devem combater o ensinamento equivocado e amplamente difundido de que louvor e adoração restringem-se à musica, ensinando, por demonstração e exemplo, que se trata de um estilo de vida que envolve todas as áreas da nossa existência e que a música, assim como outras formas de arte, é expressão legítima de louvor e adoração;
10. A igreja deve agir como facilitadora na adoração e abrir espaço para que todos expressem seu louvor a Deus;
11. Esperamos que o músico cristão busque e desenvolva a santidade, vivendo uma vida piedosa, tanto no serviço prestado a Deus na igreja, quanto fora dela, em sua atividade profissional;
12. Rejeitamos a dicotomia que faz separação entre o sagrado e o secular e cria espaços estanques na vida do cristão. O Senhor Jesus é soberano e governa todas as instâncias da vida, e, por isso, devemos somente a ele a nossa fidelidade, agradando-o em tudo e rejeitando tão-somente o que ofende a sua glória;
13. A Igreja não se pode esquivar de sua responsabilidade diante da cultura na qual está inserida; deve mentoriar a reflexão e a prática de uma teologia de arte e cultura;
14. Incentivamos as igrejas a abrir suas dependências para a realização de eventos culturais como exposições, mostras, cursos, saraus e outras atividades visando à educação, à divulgação e à aproximação da sociedade;
15. Mesmo entendendo que todo trabalho na igreja é voluntário, podemos honrar com sustento ou remuneração aqueles que se dedicam ao ministério musical, se a comunidade disponibiliza de recursos para tal;
16. Entendemos que nossa arte deve encarnar uma voz profética e manifestar em seu conteúdo os valores do Reino;
17. Recomendamos que as igrejas promovam encontros de reflexão sobre a utilização das artes no Reino de Deus, capacitando os artistas para a realização de seu trabalho;
18. Incentivamos os músicos a expressar em sua arte a beleza de Deus por meio de uma contextualização e diversidade musical;
19. Reconhecemos o caráter essencialmente transformador e questionador da nossa arte e não cremos que ela deva estar a serviço do mercado;
20. Muito embora os artistas cristãos não se devam render aos senhores da mídia, tornando-se reféns desta, podem utilizar de maneira ética os meios de comunicação como canal para a divulgação de sua arte, proclamando, assim, o Reino de Deus;
21. No que se refere ao relacionamento entre os músicos e a liderança eclesiástica, encorajamos o diálogo, o respeito e o reconhecimento mútuo de seus ministérios como algo dado por Deus;
22. Incentivamos que os artistas cristãos busquem perante o Estado e a iniciativa privada recursos para a promoção de sua arte por meio de leis de incentivo à cultura, editais para financiamento de projetos culturais etc.
23. Encorajamos as igrejas a investir na educação e na formação de artistas;
24. Propomos que as igrejas e as instituições de ensino teológico incentivem as diversas manifestações artísticas e não somente a área musical;
25. Compreendemos que o ofício de artista é legítimo como tantos outros, podendo ser exercido pelo artista cristão no mercado de trabalho e devendo ser apoiado e incentivado pelas comunidades cristãs.
São Sebastião das Águas Claras, 9 de abril de 2009. Assinam:
Debatedores: Aristeu de Oliveira Pires Junior – Canela (RS) Carlinhos Veiga – Brasília (DF) Denise Bahiense – Rio de Janeiro (RJ) Erlon de Oliveira – Belo Horizonte (MG) Gladir Cabral – Florianópolis (SC) João Alexandre Silveira – Campinas (SP) Jorge Camargo – São Paulo (SP) Jorge Redher – São Paulo (SP) Marcos André Fernandes – Garanhuns (PE) Marlene F. Vasques – Goiânia (GO) Nelson Marialva Bomilcar – São Paulo (SP) Paulo César da Silva – São José dos Campos (SP) Romero Fonseca – Goiânia (GO) Rubão Rodrigues Lima – Brasília (DF) Sérgio Pereira – Ribeirão Preto (SP) Wesley Vasques – Goiânia (GO)
Demais participantes: Alfredo de Barros Pereira – Brasília (DF) Andréa Laís Barros Santos – Maceió (AL) Aracy Clarkson Ferreira – Rio de Janeiro (RJ) Armando de Oliveira – Salvador (BA) Bruno Leonardo Alves da Fonsêca – Garanhuns (PE) Caio César da Silva Pereira – Brasília (DF) Carolina Gama – Campinas (SP) Carolina Lage Gualberto – Belo Horizonte (MG) Cláudia Barbosa de Souza Feitoza – Brasília (DF) Danielle Martins Lima – (MG) Davi Julião – São Paulo (SP) Dora Bahiense – Florianópolis (SC) Elecy Messias de Oliveira – Goiânia (GO) Fábio Cândido de Jesus – Anápolis (GO) Felipe de Freitas Hermsdorff Vellozo – Niterói (RJ) Francely F. Barbosa – Anápolis (GO) Glauber Plaça – São Paulo (SP) Gleice de Oliveira Vicente Cantalice – Maceió (AL) Guilherme e Alessandra Fontes Vilela Carvalho – Belo Horizonte (MG) Guilherme Praxedes – Belo Horizonte (MG) Hadassa de Moraes Alves – Viçosa (MG) Irineu Santos Junior – Belo Horizonte (MG) Isabella Sarom Sabino Honorato – Anápolis (GO) Ismael S. Rattis – Brasília (DF) João Carlos Pereira Junior – Vitória (ES) Jocemar “Mazinho” Filho – Recife (PE) Jônatas de Souza Reis – Belo Horizonte (MG) Karen Bomilcar – São Paulo (SP) Leonardo de Azeredo Peclát – Goiânia (GO) Leonardo Rodrigues Barbosa – Brasília (DF) Lidiane Dutra da Silva – (MA) Marcel Martins Serafim – Jacareí (SP) Marcelo Gualberto da Silva – Belo Horizonte (MG) Márcia Pacheco Foizer – Brasília (DF) Marilda Redher – São Paulo (SP) Marivone Lobo – Ribeirão Preto (SP) Pedro Barbosa de Souza Feitoza – Brasília (DF) Rafael Ribeiro Santos – São Paulo (SP) Renata Telha Ferreira – Rio de Janeiro (RJ) Roberto Cândido de Barros – Curitiba (PR) Selma de Oliveira Nogueira – São Paulo (SP) Silvestre Moysés Loyolla Kuhlmann – São Paulo (SP) Stênio Március – São Paulo (SP) Talita Estrela R. Martins – Belo Horizonte (MG) Vânia Sathler Lage – Belo Horizonte (MG) Walma Oliveira – Rio de Janeiro (RJ)
Só mesmo um projeto assim como o Plataforma, com seu técnicos e direção tão primorosos , pra me desfazer a sensação de que no “metiê” evangélico, a inteligência das pessoas é desprezada, descartada, des-tud(ada) ! Desde a chegada ao estúdio, com um acolhimento raro de tão bom, passando pela direção de arte, consciente, gentil, e a constatação de estar nas mãos de profissionais de talento, tudo me encheu de santa felicidade - respeito, paixão, projeto claro, eis o que percebi naquela tarde em Campinas.
Parabéns, moçada do Plataforma. Mantenha a prata...e a forma ! Como isso tudo é bacana. Força, sempre !
Roqueiros envelhecem - caipiras também; e ao envelhecermos percebemos que palavras, somente, não são suficientes para sustentar nossa ideologia, nossa crença. Passamos, então, a entender mais profundamente o sentido do termo "atitude". E foi em meio aos assédios do fantasma da meia-idade, marcada por um instante de superficialidade cristã em nossa história, que um raio de atitude brilhou no final do nosso túnel - e daqueles que sentem necessidade de se expressar com sinceridade e ousadia. Participar do Plataforma, para nós, é o privilégio de poder continuar a escrever a história de um cristianismo sem hipocrisia, em parceria com irmãos agraciados com raros e celestes talentos; foi tempo de aprender, tempo de palavras escassas e duvidosas esperanças; tempo em que a atitude fez regozijar nosso abatido coração.
Há muito tempo me encontrei com o Jader- rapaz que até então conhecia apenas de vista, pois já tinha assistido, com prazer, a uma apresentação do grupo Tauató, do qual ele faz parte- na estação Tietê do metrô. Ele ia pra Campinas, onde morava, e havia pedido que eu lhe levasse alguns CDs. Falamos de uma forma estranha, assim, pela catraca. Levei também, além dos meus, CDs do Stênio e do Glauber, se não me engano.
Ele me falou, rapidamente, do projeto do programa Plataforma, ligado à LPC (Luz Para o Caminho). Achei tudo muito interessante, mas pra ser sincero, não botei muita fé. A fé diminui ainda mais, até cair no esquecimento, porque o tempo foi passando, e anos se foram. Até que um dia recebi uma ligação do Davi, que marcou horário comigo e tudo.
Cheguei à LPC, em Campinas, meio desconfiado. Me levaram pra uma salinha. Fui maquiado. Até aí, já conhecia a estranha experiência de outro trabalho de TV. Fui levado à sala de gravação, e aí, tudo me pareceu novo. Cenário interessante (nada daqueles coqueiros ao fundo, ou pra piorar, “montes sinais”), boa iluminação, povo aconchegante, perguntas inteligentes, e as tomadas de vídeo feitas com profissionalismo.
Os amigos participavam, e quando perguntava a eles o que achavam, sempre repetiam a mesma palavra: Profissionalismo.
Na casa do Claudio Martos, vi de relance programa do Roberto Diamanso, e até comentei com ele: Cabra! Tu tava bonito! No “Sarau da Comuna” o pessoal do “Plataforma” montou um estande, e pude ver alguns dos programas, também assim, meio de passagem. Mas no “Nossa Música Brasileira”, os dois programas do Gladir Cabral foram apresentados, pra puro deleite da gente. Gladir. Esse sabe falar.
Dia 14 vi meu programa, com a canção “Todas as Manhãs”. Pude perceber que eu estava à vontade, ao ponto de ter revelado coisas de minha infância simples, e das minhas férias passadas no interior. Cheguei a me comover com as lembranças. O áudio estava bom, e as imagens bonitas.
Boto fé nesta turma, e torço por eles. Espero que o espaço apareça, afinal, o espaço destinado na TV aos programas cristãos são enormes, mas tão mal aproveitados, apresentando um evangelho barato e sem Graça, triste de ver e ouvir.
O Programa Plataforma é uma lufada de ar fresco num ambiente inóspito e seco. Desde a chegada para as gravações, passando pela entrada no estúdio de cenário bem feito ao contato com a produção e até o resultado final de extrema beleza, o que ficou pra mim é que nem tudo está perdido em se tratando de música brasileira, contemporânea e cristã. Meu desejo é que ele encontre eco no coração de gente sedenta por arte, transcendência, bom gosto e espiritualidade.
Aqui é o Tuta Moraes, um dos últimos a participar desse programa bacana que essa gente tão boa tem feito.
Em primeiro lugar, agradeço de coração pelo privilégio de participar desse tremendo trabalho.
Gostei de ver o profissionalismo, o amor pela obra de Deus, e tudo isso, numa atmosfera de muita amizade. Tenho certeza de que os frutos serão colhidos por todos os parceiros, pra honra e glória do Pai celestial.
Sempre é uma oportunidade honrosa e uma alegria participar de espaços destinados ao engrandecimento da Música Cristã Brasileira, como é o caso do Plataforma!
Espaços como este dignificam o nome de Jesus, acrescentam cultura e engrandecem a alma do cidadão que desfrutam dele, provando que existe vida inteligente por trás do cenário evangélico, tão manipulado e desfocado por interêsses puramente comerciais!!
Falar aqui sobre o Plataforma seria confirmar o óbvio: Qualidade e bom gosto daqueles que produzem o projeto num clic apenas!
Participar desta nova ferramenta de comunicação envolvendo aquilo que mais gosto de fazer só confirmou que há amigos que não nos deixam pensar de forma solitária, afinal, nossa vida tende a ser assim!
Terminar as gravações e ver os programas de outros parceiros me fez olhar mais para o lado mostrando que todos nós somos um time bem maior do que se pensa! Esse processo todo reavivou algo que eu já havia abandonado: estar com o time mais reunido, não só na telinha da web, mas também ao vivo e ao redor da mesa! É o "virtual" virando realidade!
Estar de frente às lentes não é empreita fácil e contar dessa peripécia é o enredo da nossa nova trama. Para aqueles que nos assistem, mais uma vez bem vindos. Para os que nos assuntam, obrigado por nos contar daí Do lado de Lá.
Na edição de estréia Carlinhos Veiga.
Bãodemaisdaconta!
O primeiro contato com o pessoal que estava gestando o Plataforma aconteceu há vários meses atrás. Na verdade nem me lembro quando, se metade de 2007 ou início de 2008. A proposta me soou muito interessante: um programa que anunciasse o trabalho de artistas cristãos brasileiros, comprometidos com o Reino de Deus, comprometidos com a cultura brasileira, e que fosse disponibilizado pela internet. Achei uma sacada fantástica, pois via que um certo tipo de música cristã era preterida, não divulgada. Precisávamos de espaços para torná-la visível ao público. A revista Ultimato havia inaugurado uma coluna para que esses trabalhos se tornassem conhecidos, depois vieram outras colunas em outras revistas, blogs, eventos focados nesse estilo musical, mas era ainda muito pouco.
Na segunda metade de 2008 recebi finalmente o telefonema do Davi Julião. “Lembra daquele projeto? Pois chegou a sua hora de você gravar”. Entrei em contato com o Enos, sanfoneiro, companheiro de estradas, sons e sonhos, e seguimos para Campinas. Chegando lá, fiquei de cara! O projeto era muito maior do que eu pensava: a estrutura, a equipe técnica, as concepções artísticas... Quando assisti as primeiras imagens, pasmei! O resultado final era surpreendente. Não havia visto ainda nada igual no meio cristão, com tanto bom gosto, estilo e beleza. Era de um profissionalismo inigualável.
Gravamos uns três ou quatro programas. Gostamos muito de tudo; o cenário é “super transado” e mistura elementos high tech com peças de museu; as câmeras estão por todo o lado, fixas, em gruas ou mesmo nos ombros dos cinegrafistas, pinçando detalhes inusitados; o som é de excelente qualidade, extraindo o melhor da sonoridade acústica dos instrumentos e das vozes. A direção do Jader Gudin e a produção do Davi Julião são primorosas, comandando uma equipe de excelentes profissionais. Tudo muito bom para ser verdade.
Só sei que estou muito empolgado com tudo o que vi e estou vendo (não deixo de assistir nenhum dos programas, aliás, visito o site pelos menos duas vezes na semana). Que bom saber que a igreja tem produzido coisas desse nível, para a glória de Deus, para a edificação da igreja e para o anúncio da mensagem de esperança a tantos e tantos.
Plataforma... Conte comigo. Estamos juntos, caminhando com os pés nas estradas empoeiradas do nosso Brasil, mas com a cabeça voltada para as coisas do céu. E que venha o Reino de Deus!
Depois de um ano e meio de produção o programa está no ar. Foi uma caminhada acima de tudo bacana, legal de ser trilhada. Expectativa, temos sim. Quais? De encontros...